O uso de LECO na população pediátrica ocorreu de forma lenta devido à baixa casuística e a incerteza dos efeitos das ondas de choque sobre os rins em desenvolvimento, eficiência, complicações e efeitos sobre órgãos adjacentes.
No presente estudo, foram avaliadas 138 crianças, com idades entre 1 e 12 anos, portadoras de litíase do trato urinário tratadas com LECO, para avaliar a eficiência e complicações precoces do procedimento.
A taxa de sucesso dos cálculos com menos de 11mm foi significantemente maior que nos cálculos maiores.
Não foi observada diferença estatisticamente significante quando relacionamos a taxa de sucesso com idade, intensidade da onda e localização do cálculo.