No mínimo, dois efeitos são notáveis quando terminamos de ler uma de suas obras: o aumento considerável de nossa cultura religiosa e histórica e um respeito a todas as idéias, mesmo àquelas as quais não concordamos, visto que a essência defendida em suas obras é a mesma que defendeu Jesus (o histórico), o amor como norteador das ações humanas.
Neste livro, Mitos Cristãos: Desafios para o Diálogo Religioso, que o leitor tem mãos, o prof.
Pinheiro refletirá sobre “os fundamentos dos dogmas” das diversas igrejas, complementando o que não foi refletido por Kardec nas obras citadas, buscando eliminar o exclusivismo religioso, defendendo a possibilidade do ecumenismo e do macroecumenismo fundamentado no amor.
Em nenhum momento defende o Espiritismo, como crença ou religião.
Defende sim, alguns princípios, que não são propriedades do Espiritismo, que são defendidos por diversas doutrinas ou religiões.
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s1 {font-kerning: none} Reafirmo minha opinião que o movimento espírita, enquanto movimento social que busca melhorar o mundo; o leitor seja espírita ou não, enquanto ser que busca conhecimento e aprimoramento para melhor dirigir suas ações no mundo; a Doutrina Espírita enquanto acervo de informações que busca subsídios para melhor compreender o sentido da vida e auxiliar o homem a se tornar um “homem de bem” e todas as religiões e movimentos ecumênicos e que buscam a alteridade e a paz entre os homens têm muito a agradecer por mais esta obra do prof.
Pinheiro.
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