O leitor não tardará a perceber que a Paris onde transcorre o romance é na realidade o Rio de Janeiro, com seus morros e favelas, e a violência de que trata a narrativa é a do Rio de Janeiro, e outras metrópoles como o Rio.
Um detetive particular americano que vive em Paris pega ao mesmo tempo 3 casos.
Um homem, milionário, que afirma peremptoriamente não ser homossexual, quer que o detetive encontre para ele outro homem.
E dá as coordenadas.
Um homem como não se encontra mais, hoje em dia, em parte alguma.
Ele é honesto, tem princípios, é bom, não mente nem ilude, ama seus semelhantes e outras qualidades.
Ele quer que este homem seja encontrado para que possa ter um amigo, pois não tem nenhum.
Não gosta de ninguém e ninguém gosta dele.
Todos que se aproximam só querem seu dinheiro.
E cita um personagem, para servir de exemplo.
Este personagem pode ou não existir, como pode ter existido e deixou de existir.
Mas tem que ser como ele.
E tem que ser um homem porque mulheres não fazem amizade com ninguém.
O detetive particular se põe em campo para procurar tal homem.
A seguir uma linda mulher, rica, também, de vinte anos, quer que o detetive encontre seu irmão, 23 anos, que está desaparecido.
Envolveu-se com drogas e pode estar morto.
A polícia procurou por ele e não o encontrou.
O detetive particular sai às ruas para mais esta caçada, junto com a outra.
E, finalmente, uma família de gente pobre, que tem uma filha também desaparecida.
O detetive ouviu a voz dela ao telefone e encantou-se com a voz doce e macia de tal criatura.
Ele procura por ela, junto com os outros dois, mais por interesse pessoal, uma vez que os pais dela não têm dinheiro para lhe pagar.
O pai da garota desaparecida também procura alguém.
O leitor que quiser comprar qualquer um dos meus livros por favor me avise com antrecedência, para que eu possa refazer a diagramação das páginas e trocar a capa, o que for necessário.
Comecei a fazer isto há pouco tempo e vou aprendendo aos poucos.
Email: [email protected] Tom Azevedo.