Afinal, em que perfil devemos nos adequar?
Por que com isso tudo se importar?
Ser romântico, sensível, bonzinho, legal ou misterioso, independente, decidido, cafajeste pegador, irresistível e sedutor?
Infelizmente não somos diferentes dos demais, estamos a mercê de sucumbirmos as regras sociais, padrões de comportamentos e o medo do isolamento.
Cobranças implícitas que inconscientemente nos induzem a submetermos ao que de fato não queremos, por simples receio de uma súbita rejeição, do indômito medo de encarar a solidão.
Queremos associar, nos agrupar, essa infinita necessidade de que possam nos aceitar.
Foi corrompida as benesses que se obtém quando se está apenas consigo mesmo, o que se vê são pessoas que obrigam a si mesmas a estarem acompanhadas o tempo inteiro, chegam algumas a entrarem em desespero.
Como se fosse uma obrigação estar nas noites todo final de semana, por simplesmente não aceitar em estar vendo um filme a sós em sua cama.
Precisa ser o macho viril sedutor ou um romântico encantador, é assim toda semana, seja como for.
Quer ser o tal da mulherada, e se enquadrar em todas as regras já criadas.
Encontrar as lindas, belas, meigas, singelas, ricas, carinhosas, cultas, atenciosas e inteligentes, para elas todas essas regras são excelentes, mas não precisará usá-las pra aquela rara mulher de caráter consistente, honesta e descente.
Para esta mulher de caráter não precisa armar nenhuma jogada, não precisa utilizar nenhuma regra estipulada.