Santa Maria d'Oeste
João Rosa de Castro
Santa Maria d’Oeste não se opõe a nada de imediato, mas sua transparência no analisar, no criar (e mostrar) o caminho para a integridade anima o leitor, partícipe deste pequeno universo epistolar, a uma refinada catarse de suas próprias vivências.
A destinatária é a confessora, cuja única penitência equivale à da própria natureza, nomeadamente, a de iniciar o “viver plenamente”, a cada aurora e de aurora a aurora que ainda mereceremos.