No primeiro livro da trilogia O Vendedor de Sonhos – O Chamamento, conhecemos o Mestre a semear ideias filosóficas e ideais de justiça pelas ruas de uma cidade caótica e desigual.
Vivendo uma existência humilde, próxima da miséria, foi conquistando seguidores nas franjas marginais da sociedade – os deprimidos, os viciados, os que pouco ou nada têm a perder.
No segundo livro da trilogia, A Revolução dos Anónimos, empolgámo-nos com a sua cada vez mais diversa roda de discípulos, onde se inclui o narrador, alter-ego do autor em jovem, rapaz problemático e sem rumo.
Encontrámos também muitas outras pessoas caídas em desgraça, com passados reprováveis, mas redimidas pelos seus bons corações.
Agora, em O Semeador de Ideias, ficaremos finalmente a conhecer a verdadeira identidade deste Mestre maltrapilho e bem falante.
Veremos como, no passado, ele não soube valorizar devidamente as coisas importantes da vida.
Assolado pela tragédia, tornou-se O Vendedor de Sonhos.
Nesta obra, onde drama e comédia se cruzam com temas da filosofia e da psicologia, Augusto Cury semeia as suas ideias para um futuro melhor, menos materialista e mais humano, governado pela “democracia da emoção”.