Após a morte e ressurreição de Cristo, o cristianismo difundiu-se rapidamente por todo o império Romano.
Os cristãos dos primeiros séculos viviam os valores ensinados pelos apóstolos e praticavam a igualdade a bondade e a justiça, o que era radicalmente diferente da maneira de adorar os deuses pagãos.
Trouxe ideias libertárias e um novo estilo de viver, que muito se distanciava dos costumes e da religião do povo romano.
O Senado e vários imperadores romanos declararam a religião crista ilícita, perniciosa, malvada e desenfreada, nova e maléfica, obscura e inimiga da luz, pois a consideravam um perigoso inimigo político de Roma, cuja religião oficial cultuava o imperador.
Iniciaram então as perseguições aos que seguiam a Cristo, e durante os três primeiros séculos os mártires testemunhavam sobre suas crenças e esperanças, sofrendo e morrendo por Seu salvador.
Não sabemos quem, nem quando, mas um cristão inspirado pela sabedoria de Deus manuscreveu os relatos encontrados em um barco à vela americano, comandado pelo capitão Richards Roberts e abandonado ao mar após o terrível furacão de 1876.
Hoje o manuscrito pertence ao filho desse capitão.
Colocamos O Mártir das Catacumbas - um episódio da Roma Antiga em suas mãos, com a esperança de que o testemunho da igreja primitiva instigue a continuidade da nossa fé, e que suscite a reflexão sobre a mensagem das boas-novas da salvação, da fé e da esperança da vida eterna.
As catacumbas de Roma testemunham que a primeira igreja foi construída sobre o sangue de Jesus e dos mártires.
É um relato da dramática história de Marcellus, um capitão da guarda pretoriana, perseguido pelo imperador Décio, 249-251 d.C., que confiou em Cristo como seu Salvador e tornou-se um cristão desprezado.
Ele enfrentou a severa perseguição que os seguidores de Jesus Cristo sofreram.
Escrito por um autor anônimo do século 19, o Mártir das Catacumbas desafiou e encorajou os seus leitores por mais de 100 anos a permanecerem fiéis ao Senhor Jesus.